sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

IBOV – Atualização. É hora de recomprar?




Desde a máxima histórica em 23 de janeiro de 2020 (quase 120 mil pontos), o principal índice da bolsa brasileira vem caindo. Um movimento natural e previsto!

Chegou a cair mais de 6% (mínima de 112 mil pontos). Nesta semana o IBOV tentou recuperar o terreno perdido, mas voltou a perder força nos últimos dois dias.

Daí vem a pergunta, chegou a hora de voltar as compras?

Acertar o “timing” correto de compra e venda de qualquer ativo é uma tarefa quase impossível.

Apesar dos últimos acertos da minha parte, nenhuma opinião é confiável nos que diz respeito ao futuro da bolsa.

Todavia, acredito que o IBOV ainda irá corrigir mais. O meu alvo continua em 110 mil pontos.

A correção até aqui foi pequena e curta no tempo. A continuidade do recuo por mais algumas semanas seria perfeita.

Se chegarmos no alvo referido em março, teríamos o cenário ideal para aumentar as posições compradas.

No atual momento, o mais prudente é manter o “caixa” (oriundo das realizações parciais) e aguardar o movimento dos preços.

A continuidade da alta, de imediato, é possível, mas não me parece o caminho mais provável.

Por último, dois comentários relevantes:

1)      Nos últimos meses de 2019 vimos uma forte valorização das empresas de menor porte em detrimento das Blue Chips. Acredito que numa próxima “pernada” de alta o movimento será inverso. Assim, mantenha as empresas de pequeno porte, mas aumente a posição nas grandes empresas.

2)      A correção do IBOV não foi acompanhada da queda nos mercados americanos. Assim, esse “descolamento” pode persistir por algum tempo. Mas não se iluda, se lá recuar forte aqui teremos no “mínimo” um aumento da volatilidade. Inclusive, uma correção mais aguda é factível (fortíssimo suporte em 105 mil pontos).

Bons investimentos.

MJR

As opiniões postadas no blog são apenas posições do autor sobre o tema, e não constituem em si, recomendações de compra ou venda de ativos. E mais. O investimento no mercado de renda variável pode gerar prejuízos.



terça-feira, 21 de janeiro de 2020

IBOV – Atualização extraordinária – Nuvens negras pela frente?





O movimento do IBOV no dia de hoje é preocupante. E mais. Pode ser o start de uma correção mais longa.

Após a forte alta do IBOV nos últimos meses, e principalmente, no mês de dezembro, uma correção em janeiro era esperada.

Todavia, o movimento em janeiro até aqui foi errático. Uma forte alta no primeiro dia de negociação em 2020, seguida de seis dias de queda, e depois, mais pregões de alta na semana passada. E hoje, uma queda significativa. Resultado: alta de pouco mais de 1% em 2020. 

Já escrevi nos últimos posts que espero por uma correção mais ampla e o movimento desta terça-feira pode ser o gatilho. Explico as razões técnicas (gráficas): 

1.      Há uma clara divergência altista no movimento recente de alta do IBOV (gráfico diário), especialmente nos indicadores MACD e OBV. Para quem não está habituado com os termos, isso ocorre quando os preços sobem, mas os indicadores não acompanham os sinais de compra. É um importante sinal de alerta! 

2.      O movimento de queda de hoje ocorre em cima do topo antigo, configurando a formação um provável “topo duplo”, que é um sinal gráfico de forte de reversão da tendência de curto prazo. Este sinal precisa ser confirmado com a perda da mínima de hoje nos próximos pregões.

3.      O IBOV fechou na mínima, com um candle amplo (“engolfo de baixa”) e com bom volume financeiro, ratificando o movimento.

4.      Apesar da tendência de alta nos gráficos diário e semanal, uma correção mais ampla ainda não ocorreu na periodicidade maior (gráfico semanal).



Assim, o movimento do IBOV nesta terça-feira deve ser visto com muita cautela. O pregão de amanhã poderá ser decisivo.

Próximos suportes: 116.700, 115.500 e, depois, o forte suporte em 110 mil pontos, já comentado. 

Por outro lado, o rompimento do último topo poderá dar algum fôlego extra para o IBOV.

Por último um detalhe interessante: apesar da alta do IBOV na última semana, vários ativos importantes do índice estão sem força, como os maiores Bancos e a Petrobrás. E isso mostra claramente que o IBOV perdeu força e momentum.

Sempre é bom relembrar que essa possível correção não altera o BULL MARKET de médio e longo prazo do IBOV iniciado em janeiro de 2016.

Aguardemos!

 As opiniões postadas no blog são apenas posições do autor sobre o tema, e não constituem em si, recomendações de compra ou venda de ativos. E mais. O investimento no mercado de renda variável pode gerar prejuízos.



sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Setores mais promissores do mercado brasileiro de ações para 2020 e atualização do IBOV



Como comentado no post anterior tenho a expectativa de mais um ótimo ano para o IBOV, em continuidade ao nosso Bull Market, iniciado em janeiro de 2016. Acredito também que teremos um ano muito mais volátil, também já alertado aqui.

Antes de comentar os setores, segue minha visão sobre a atual correção do IBOV nos últimos dias:

1.       A correção foi muito curta. Ainda não tirou o estado sobrecomprado do índice.

2.       Claramente o IBOV perdeu o ímpeto altista no curto prazo.

3.       Mais correções virão. É uma questão de tempo.

4.       Acredito que buscaremos os 110 mil pontos nas próximas semanas (ou meses). Não acontece da noite para o dia, usualmente.

5.       Um cenário de correção mais aguda poderá chegar por aqui se as bolsas lá fora resolverem cair com mais força. Já são quase quatro meses de alta nos EUA.

6.       Assim, sugiro manter um bom caixa para futuras compras, sem sair completamente da posição comprada. Uma realização de 20% da carteira de ações é um percentual interessante. Se o IBOV continuar subindo, estaremos ganhando, se cair, poderemos aumentar a posição no futuro pagando mais barato. Essa é a lógica das “realizações parciais dos lucros”.

Voltemos ao tema central do post. Com a Taxa Selic muito baixa (4.5% ao ano), para os padrões tupiniquins, o déficit fiscal do Governo Federal endereçado (mais reformas virão) e a clara reação da economia brasileira, é muito provável que teremos um forte crescimento do PIB neste ano, talvez na casa dos 3%, muito acima dos últimos anos. E isso promoverá um salto nos lucros das empresas. Lucros em alta, ações em alta. Simples!

De uma maneira geral quase todos os setores devem performar bem em 2020, mas listo abaixo os cinco mais promissores. Aqueles que poderão ter uma perfomance acima da média, em minha opinião:

1.       Construção civil: a forte reação das ações do setor em 2019 é um ótimo sinal inferindo categoricamente que teremos bons anos pela frente, após anos e anos de estagnação. Opte pelas melhores empresas do setor. Sempre!

2.       Varejo: o aquecimento da economia e o aumento do crédito fortalecerão o consumo interno. Tenho preferência pelas empresas ligadas ao comércio digital.

3.       Shopping Center: o barateamento do custo do dinheiro e a expansão da economia levarão este setor a outro patamar.

4.       Turismo: como no varejo, e pelas mesmas razões, o setor deve crescer bem. E mais: o cenário de crise após a falência da Avianca parece que ficou para trás.

5.       Siderurgia: após vários anos no vermelho, o aço voltará a ser muito requisitado. Tanto o aço longo (construção civil) como o plano (bens de consumo).

As empresas de commodities poderão ter um bom desempenho em 2020, mas turbulências externas podem prejudicar o resultado anual. Tenha em carteira, mas com moderação!

E lembre-se, no mercado financeiro não existem certezas, e sim, probabilidades.

MJR


As opiniões postadas no blog são apenas posições do autor sobre o tema, e não constituem em si, recomendações de compra ou venda de ativos. E mais. O investimento no mercado de renda variável pode gerar prejuízos.





quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

IBOV – Balanço de 2019 e o que esperar para 2020




Comecemos pelo final de 2019. Tivemos o famoso rally de dezembro. Até aqui, ganhos superiores a 7% em pouco mais de três semanas (IBOV próximo de 117 mil pontos no momento em que finalizo este texto). Nada mal se compararmos ao retorno anual da renda fixa.

Será que poderemos atingir patamares mais altos nos próximos dias? Sem dúvida, isso é possível, mas eu acredito que a meta de curto prazo foi atingida. Talvez o mais prudente seja realizar lucros, parcialmente, é claro. Ainda estamos num BULL MARKET estrutural e não podemos sair da “festa”. A ideia é aumentar um pouco o “caixa” para futuras compras, numa eventual correção do índice.

O IBOV está esticado no curto prazo e um recuo pode estar próximo – talvez ele ocorra apenas no começo de janeiro (nessa época do ano, os índices costumam ficar “parados” e sem liquidez). Aguardemos. Uma correção saudável seria até o patamar de 109 mil pontos: último topo rompido e retração de Fibonacci (50 – 61,8%).

Um fato preocupante é a calmaria no mercado externo. Não gosto desta baixa volatilidade. Movimentos mais bruscos poderão ocorrer a qualquer momento. Lembre-se, desde outubro de 2019, o mercado americano só sobe, praticamente sem correção...

Voltemos ao ano de 2019 como um todo. A perspectiva gerada ao final de 2018 foi confirmada e tivemos um ano excelente para a bolsa de valores. Alta de mais de 30%.

Os principais dados econômicos atuais, como os juros básicos muito baixos (para o padrão brasileiro), a inflação estável, o déficit fiscal do governo endereçado e a economia real em aquecimento, são perfeitos para o retorno dos lucros das empresas de uma maneira mais significativa e sustentável. E isso impulsionará o preço das ações. Destaque para os setores de varejo e consumo, construção civil e siderurgia (em breve comentarei com mais detalhes os setores mais promissores).

Desta forma, espero por mais um ano de fortes ganhos da bolsa brasileira. Talvez em 2020 tenhamos ganhos semelhantes aos de 2019. Por outro lado, acredito também que teremos um ano mais turbulento e com aumento da volatilidade. E mais. É possível que as maiores adversidades venham do cenário externo, especialmente das eleições americanas. Todavia, como o Brasil não é para amadores, não se pode descartar o surgimento de algum “cisne negro” político-econômico por aqui, o que, teoricamente, pode afetar a retomada do crescimento.

Uma ressalva: mesmo diante de um recuo mais forte das bolsas americanas em algum momento de 2020, e isso é bastante factível, é possível que o IBOV “sofra” menos e tenha um desempenho melhor. É óbvio que uma “pancada” mais significativa por lá nos afetará, mas talvez de uma maneira mais amena e fugaz. A ver.

Aproveito este último post de 2019 para desejar a todos os leitores do blog um Ano Novo repleto de alegrias e conquistas. 

Bons investimentos!

MJR


domingo, 1 de dezembro de 2019

Será que teremos Rally da bolsa em dezembro?




Todas as vezes que adentramos o mês dezembro, um questionamento vem à tona: teremos ou não rally de final de ano?

A bolsa brasileira já subiu mais de 23% de janeiro a novembro deste ano. Praticamente quatro vezes o desempenho da renda fixa (pós-fixada). Um ganho significativo. E obviamente todos os investidores de renda variável querem mais.

Sempre é bom lembrar que o fechamento de dezembro é icônico para os gestores de fundos de investimentos. É o mês de fechar o desempenho do ano. É o mês que marca a perfomance do fundo frente a outros produtos.

Ano passado não tivemos rally. O IBOV ficou de lado. O que foi muito bom, considerando a “sangria” do mercado americano em dezembro passado.

Neste ano o mercado externo está em alta por três meses consecutivos, nas máximas históricas, e, por enquanto, não há sinais gráficos de reversão.

Por aqui, o desempenho da economia é surpreendente. Já estamos colhendo bons frutos do ajuste fiscal e de outras reformas realizadas desde 2016.

Graficamente, o IBOV está pronto para novos patamares. Nas últimas duas semanas, o IBOV começou em baixa e fechou próximo das máximas. Um excelente sinal altista.

Desta forma, acredito que teremos alta nas próximas três semanas do ano (a última semana não conta, pois o Natal estará encravado no meio da semana e o mercado perderá sua liquidez habitual).

Meu alvo por Fibonacci: 113 a 115 mil pontos. Um potencial de alta de 5 a 6%, o equivalente a um ano de renda fixa. Para isso o IBOV não poderá perder os 105 mil pontos em fechamento.

Por último, uma constatação: as ações de empresas de menor porte (Small Caps) estão com um desempenho melhor do que as Blue Chips. Um aspecto típico do Bull Market estrutural: primeiro andam as grandes empresas, depois as menores. Quer uma prova cabal disso? Enquanto o BOVA11 subiu pouco mais de 8% desde o último fundo em outubro, o SMAL11 subiu 11%.

Assim, equilibre sua carteira para os próximos dias e, principalmente, para os próximos meses.

Em breve comentarei quais os setores da economia que poderão “performar” melhor em 2020. Até lá!

MJR

As opiniões postadas no blog são apenas posições do autor sobre o tema, e não constituem em si, recomendações de compra ou venda de ativos.





quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A polêmica da semana: alta do dólar.




“Acostumem com os juros baixos e o dólar caro por um longo tempo”. Essas foram as palavras de Paulo Guedes em evento nos EUA na última segunda-feira à noite.

No dia seguinte, 26/11, o dólar disparou e bateu 4,28 reais, a maior cotação nominal do Plano Real. No fim do dia a moeda americana cedeu, após duas intervenções do Banco Central no mercado à vista, e fechou a 4,24.

Até onde a desvalorização do Real pode chegar? Se o atual cenário econômico no Brasil é muito melhor do que em 2015, por que o dólar continua em alta?

Prever a cotação do dólar é uma missão quase impossível. Devemos assumir a nossa ignorância. Há quem diga que o dólar é o cemitério dos analistas financeiros. Um destruidor de reputações.

Não tenho a menor ideia do valor futuro do dólar, nem para o fim deste ano e muito menos para 2020. Todavia, cito alguns pontos relevantes que norteiam a relação dólar / Real:

1.       A apreciação do dólar é um fenômeno mundial. Praticamente todas as outras divisas perderam valor frente à moeda americana em 2019. “Economia forte é igual moeda forte”, como dizem por aí. A economia americana continua com excelente desempenho.

2.      
As recentes manifestações populares em países vizinhos da América Latina e a eleição na Argentina ajudaram na desvalorização das moedas dos países emergentes, incluindo o Brasil.

3.      
A forte queda dos juros no Brasil tem significativa contribuição na desvalorização do Real. Antes os investidores tomavam dinheiro emprestado nos países desenvolvidos (a juros muito baixos) e aplicavam na renda fixa por aqui, o chamado “carry trade”, e ganhavam no diferencial das taxas de juros. Porém, com a queda da Selic, a operação já não faz mais sentido (maior risco), acabando com a “mamata” dos estrangeiros, e, por conseguinte, determinando a saída de dólares do Brasil (e não fará falta: capital puramente especulativo).

4.      
Em 2019, o Governo Federal está negativo em “conta corrente”, isto é, grosso modo, com déficit em dólares, o que gera maior pressão sobre o câmbio.

5.      
Com os juros reduzidos no Brasil, várias empresas trocaram suas dívidas em dólares por financiamentos locais. Mais uma vez, a maior saída de dólares gera desvalorização do Real.

6.      
Esperava-se que o leilão da sessão onerosa do pré-sal promovesse uma entrada de dólares no país, o que não ocorreu.

7.      
Em 2019 o estrangeiro continua afastado da bolsa brasileira, a B3. A alta foi concentrada em investidores locais.

8.      
A moeda americana é um hedge natural para os investimentos no Brasil. Compra-se bolsa e compra-se dólar também, em menor proporção, é claro: proteção de carteira.

9.      
Por outro lado, vários bons analistas e gestores que sigo, acreditam que o câmbio atual, por fundamentos econômicos, deveria estar entre 3,90 e 4,10 reais, abaixo da cotação atual.

10.  
E mais, em 2020, a melhora do PIB e a aprovação de novas reformas poderão fortalecer o Real. Mas é impossível prever o momento que isso acontecerá.

Posto isso, “acostume-se com o dólar caro”, pelo menos nos próximos meses. E mais. Mantenha uma pequena parcela do seu portfólio aplicado em dólares. A combinação de ouro e dólar é a melhor opção para proteger seus investimentos.

MJR

sábado, 23 de novembro de 2019

IBOV retoma a alta.




Como previsto, o IBOV após romper o topo histórico no final de outubro, buscou os 110 mil pontos no começo de novembro, 109.671 para ser preciso, e depois recuou nas últimas semanas. Uma correção natural! 

Encontrou suporte na faixa dos 105 / 106 pontos (antigo topo histórico), e desde a última quinta-feira (21) subiu fortemente, mais de 2,6% em dois dias.

O índice está seguindo à risca o Bull Market. Ao que tudo indica buscaremos os 113 a 115 mil pontos ainda neste ano – projeção de Fibonacci. E melhor. Não descarto uma esticada ainda maior até os 120 mil pontos.



Sempre é bom ressaltar que até o momento os estrangeiros ainda entraram na bolsa brasileira. A alta do IBOV está concentrada nos investidores locais. Mas, segundo reportagem da Infomoney desta semana, vários bancos americanos importantes já indicaram exposição à bolsa brasileira acima da média.

No cenário doméstico a situação está ficando cada vez melhor. No mês de outubro tivemos a maior criação de empregos para o mês nos últimos tempos. Os números da produção industrial também foram ótimos. É a economia local mostrando sinais claros de reação.

Mais uma vez, repito, o ano de 2020 pode surpreender muita gente. Um crescimento do PIB acima dos 4% é possível. Aguardemos.

Um acordo comercial temporário entre os americanos e os chineses pode sair a qualquer momento, e isso favorecerá os países emergentes.

Outro ponto importante: nos últimos meses as ações de empresas médias e pequenas estão com desempenho superior às blue chips, e isso é mais uma prova do apetite do investidor. Num Bull Market, primeiro andam as grandes empresas e depois as outras. Assim, diversifique seu portfólio. 

Uma maneira fácil de investir em pequenas empresas é comprar o ativo SMAL11, que é um ETF de pequenas empresas. Você investe em várias empresas comprando apenas um ativo.

Ainda vejo como maior risco o cenário externo: final do ciclo de alta nos países desenvolvidos (o mais longo da história), o menor crescimento global, as eleições americanas em 2020 e o acirramento da guerra comercial EUA-CHina.

Um risco possível, mas ainda improvável, é uma “contaminação” no Brasil das recentes revoltas populares em países vizinhos. Um quadro mais sério poderia aniquilar a retomada do crescimento no Brasil. Mas, ao que tudo indica, essa possibilidade, por enquanto, me parece remota. Tomara.

MJR